Como editar e formatar degravações para uso jurídico?

Saiba como garantir que a degravação jurídica seja precisa, estruturada e em conformidade com as normas do setor, utilizando as melhores práticas e ferramentas especializadas

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Por Time Celeste

A degravação para uso jurídico é essencial para garantir que registros de áudio e vídeo possam ser usados como prova ou referência em processos legais. Com o aumento do uso de tecnologias de gravação em audiências e investigações, a necessidade de transcrições precisas e bem estruturadas se tornou ainda mais evidente.

Ferramentas como o PJe Mídias, desenvolvida pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ), facilitam a inserção e o acesso a essas mídias em processos virtuais, permitindo que advogados e magistrados acessem conteúdos de áudio e vídeo diretamente pela internet, o que destaca a importância e a crescente utilização de recursos audiovisuais no âmbito jurídico brasileiro.

Contudo, degravar conteúdos jurídicos de forma manual demanda um grande esforço operacional e ainda pode gerar imprecisão. É por isso que o setor jurídico cada vez mais tem utilizado ferramentas de transcrição automatizada com Inteligência Artificial (IA), que permitem que a mesma tarefa seja realizada em poucos minutos e com alta precisão.

Mas como garantir que a degravação para uso jurídico seja bem estruturada, clara e adequada às normas do setor? Confira abaixo as melhores práticas para edição e formatação. 

1. Revise e corrija erros

Embora a degravação automatizada com IA seja cada vez mais precisa, ela ainda pode entregar erros de digitação ou pontuação, principalmente a depender da qualidade do áudio ou vídeo transcrito. Por isso, após transcrever, é importante ler atentamente o texto e ajustar falhas para garantir que o material esteja correto e coerente.

2. Use identificação clara dos interlocutores

Ao formatar a degravação para uso jurídico, nomeie corretamente cada participante da conversa, utilizando marcadores como:

  • Advogado
  • Testemunha
  • Réu

Isso ajuda a evitar divergências e facilita a análise do material.

3. Destaque informações relevantes

Grife nomes, datas e locais para facilitar a localização de dados importantes.

4. Verifique as normas legais

Diferentes tribunais e instituições podem ter regras específicas para a degravação jurídica. Consulte a legislação vigente e adapte o formato conforme as exigências.

5. Utilize tecnologias especializadas

Ferramentas como a Celeste AI agilizam o processo de degravação e edição, garantindo maior precisão e conformidade com os padrões legais. A plataforma se destaca pelo amplo vocabulário jurídico, alta precisão em Português e compliance com a LGPD.

Conclusão

Editar e formatar uma degravação para uso jurídico exige atenção e padronização. Seguindo as boas práticas acima, você garante um documento preciso e pronto para ser utilizado em processos legais.

Quer saber mais sobre transcrição automatizada para o setor jurídico? Entre em contato com a Celeste AI e descubra como nossas soluções podem ajudar!

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